21 outubro, 2012

Next week

A próxima semana vai ser terrível. Vai ser horrível e só eu sei como.
Um verdadeiro teste à minha paciência, à minha confiança.
Quero chegar ao próximo domingo tão feliz como estou hoje. E sem medos, por favor.

Amanhã não me posso esquecer de comprar chocolates e Doritos para aguentar até Domingo.

Sábados à tarde


19 outubro, 2012

O meu maior Medo

"O amor em todo o coração e em toda a parte se procura. Já anima a possibilidade de ser encontrado e a incerteza de não passar o resto da vida sem poder amar e sem poder ser amado. O que custa é acreditar naquilo que se tem, quando todos os dias, ao longo de longos anos, se consegue encontrar esse amor que se procura, na pessoa que se ama e no lugar e no tempo — aqui, agora, daqui a bocadinho — em que mais gostamos de encontrá-lo.
(...)
Há um castigo para tudo: até para a maior felicidade. É o medo não só que tudo acabe mas que se descubra, de alguma maneira, que nunca tenha começado. Por exemplo, se ela se apaixonasse por outra pessoa.
“Não vai durar, não pode durar, é bom de mais para durar”: é isto que repito no êxtase da minha alegria roubada ao sol, como se o nosso amor e a nossa vida um com o outro fossem um prazer retumbante com um fim à vista, naturalmente aceite quando chega, como comer um gelado.
Mas dura e, quanto mais tempo dura, mais medo tenho que esteja mais perto de acabar. Não há habituação possível a esta felicidade. Não há conforto nenhum na passagem dos anos por este amor.
Cada vez mais, torna-se a única coisa que peço a Deus e a ela: Maria João, por favor, não me deixes nunca."
Miguel Esteves Cardoso


Li-me e reli-me neste texto. Durante os últimos dois anos, vivi a dor de não te ter ao meu lado. Todos os dias me deitei, sabendo que te amava mas que não podia dar-te o meu amor. Não podia. Não devia. Durante dias e noites eu senti-me uma pequena aberração, de quem ninguém gostava. A rapariga que ninguém queria. De quem ninguém queria saber. E doía. Doía saber que tinha encontrado o amor da minha vida e ainda assim não o podia ter.
Mas tu voltaste. Eu voltei. E voltamos um para o outro, para voltarmos a fazer aquilo que sabemos fazer melhor: amarmos-nos um ao outro e fazermos-nos felizes. Os primeiros meses foram difíceis  Foi difícil aprender a lidar com as novidades um do outro. Mas agora atingimos aquela altura em que tudo está bem.  Estamos juntos e sabemos que isso é o mais importante. Estamos juntos como nunca estivemos. Somos felizes como nunca fomos.
Mas isso trás de volta o medo. O medo de falhar. O medo de que sejamos um copo de cristal na beira da mesa. Brilha, mas um toquezinho pode fazê-lo cair e partir-se em mil bocadinhos. E eu não quero ser um copo frágil.
Eu quero que nós sejamos um carvalho forte. Que é lindo e dura anos e anos. Que aguenta a todas as estações, dá flor e fruto. Quero que tenhamos raízes fortes que nos prendam à terra e que os nossos ramos toquem o céu.

18 outubro, 2012

Natação à noite, seguida de miminhos, para ir deitar na cama com o corpo cansado mas o coração quentinho =)

Andam por aqui...