04 setembro, 2012

Não me digas que foi sempre assim, porque não foi.

Já houve um tempo em que para ti, não havia nada mais importante do que me fazer sorrir. Já houve um tempo em que 5minutos comigo eram mais importantes que qualquer das 24horas do dia.
Já houve um tempo em que tu me pedias para eu ir ter contigo. Em que me convidavas. Em que o tempo que não estavas comigo, era a pensar no que íamos fazer quando estivéssemos juntos. Houve um tempo em que tu planeavas os nossos dias, as nossas semanas. Sítios para visitar, filmes para ver, carinhos para trocar.
Já houve uma altura em que tu me fazias surpresas sem ser nenhum dia em especial. E me davas rosas, chocolates, bolachas, gelados, só para me contentar. Lembro-me que quando sabias que eu estava triste ou em baixo com alguma coisa, fazias de tudo, viravas-te do avesso para mudar isso. Fazias das tuas palhaçadas só para me fazer rir.
Ainda me lembro, quando me abraçavas todos os dias. Quando me agarravas a cara com as duas mãos e me dizias coisas bonitas. Lembro-me quando cantavas para mim. Mandavas fotos, músicas, letras...
Houve um tempo, em que eu te rejeitava e te negava. E ainda assim tu corrias atrás de mim todos os dias. Eu resmungava contigo, mas ainda assim tu atiravas aviões de papel no meio das aulas com mensagens para mim. E fazias de propósito para os professores apanharem e mandarem vir connosco. E mesmo chateada, eu adorava o sorriso que tu fazias quando fazias asneiras, quando sabias que me estavas a picar.
Houve um tempo em que tu eras um rapaz cheio de vida e cheio de amor para dar.
E eu não sei se a culpa é minha, ou se foi alguma coisa que eu fiz. Mas não sei onde esse rapaz está, e eu queria-o de volta.

03 setembro, 2012

Estou a participar no concurso de fotografia. Tenho 7 fotos a concurso, por isso podiam ajudar-me e ir fazer um likezito nelas, sim?

"As pessoas, por vezes, falam muito e dizem muitas coisas. Só que tudo na vida se lê nas entrelinhas. Tudo. E de pouco ou nada serve um discurso bonito se esvaziado de conteúdo ou expressão prática. É que as pessoas, mais do que pelas palavras, medem-se sobretudo pelos gestos. Pelo que fazem ou não fazem em cada momento. Pela disponibilidade. E pelas escolhas. As pessoas também se aferem pelas escolhas. Tal como os afectos. O amor nem sempre se revela em portentosas e pontuais manifestações. O amor afere-se a cada dia, todos os dias, e sempre nos detalhes, nos pequenos pormenores. E na importância que se dá aos mesmos. Ou não. Tão simples quanto isso."



Eu quero ser capaz.



.


“Exigir amor é demais. Já é complicado de se achar alguém que nos ame de verdade, aí a pessoa exige o “pra sempre”. Tira isso da cabeça! Nada é pra sempre, nem minha mãe. Exija felicidade e sinceridade, não eternidade.”
Alugue Felicidade.

Andam por aqui...